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You Are the Most Attractive, Therefore You Are the One I Love. – How Attraction Conditions Passion
One of the greatest contemporary hypocrisies is the idea that we love a partner for their personality and not for their physical beauty and, subsequently, for the attraction we feel toward it. The truth that many hide is how physical beauty conditions partner selection and, in turn, how our personality was influenced by society's perception of our beauty. This reality has always deeply affected me over the years. I felt extremely frustrated by the fact that, irrationally, the
Miguel Silverio
13 de jul.23 min de leitura


És a mais atraente, Logo és a que eu Amo - Como a Atração condiciona a Paixão
Umas das maiores hipocrisias contemporâneas é a ideia que amamos o parceiro pela sua personalidade e não pela sua beleza física e, subsequentemente, pela a atração que temos sobre a mesma. A verdade que muitos escondem é como a beleza física condiciona a escolha do parceiro e, por sua vez, como a nossa personalidade foi influenciada pela percepção que a sociedade tem da nossa beleza. Esta realidade sempre foi algo que me afetou muito ao longo dos anos. Senti-me extremamente
Miguel Silverio
13 de jul.24 min de leitura


Mito do “Apenas Amigos” – A dinâmica oculta das amizades e os jogos de poder
Será a amizade um espaço desinteressado ou a máscara mais sofisticada do nosso ego? Este ensaio desconstrói o mito do "apenas amigos", revelando os jogos de poder, desejo e validação ocultos nas relações. Cruzando dados científicos, a psicanálise de Freud e relatos biográficos, o texto expõe as dinâmicas veladas inter-sexos, o tabu da homossocialidade masculina e a competição mimética feminina. Um murro no estômago que desafia a hipocrisia e exige lucidez.
Miguel Silverio
9 de jul.9 min de leitura


Quem Ama Também Trai? – Como compreender o Incompreensível e como um rato é estatisticamente mais fiel que o teu parceiro
Quem ama também trai? A moralidade tradicional divide a infidelidade entre vilões e vítimas, mas a psicologia e a biologia contam uma história diferente. Dos desvios da dopamina à estatística de que homens acumulam mais parceiras enquanto mulheres traem mais vezes o mesmo parceiro, este ensaio desconstrói mitos. Cruzando dados evolucionistas, o paradoxo moderno de Esther Perel e o meu próprio relato biográfico, desafio-o a compreender o incompreensível. Leia o artigo completo
Miguel Silverio
22 de jun.14 min de leitura


A Ilusão da Abundância e o Descarte do Real: O amor como mercado
As relações duram cada vez menos e a surpresa é nula. Amar passou a ser um mercado digital onde o corpo é consumo e o descarte tem custo zero. Sob a luz da sociologia de Bauman e do Paradoxo da Escolha, este texto é um registo cru e analítico sobre a assimetria entre homens e mulheres na gestão da abundância virtual, o impacto da validação no ego e o choque inevitável entre a fantasia dos ecrãs e o desgaste da realidade. Uma reflexão biográfica sobre recusar ser mercadoria.
Miguel Silverio
21 de jun.10 min de leitura


Sentir o Filme: O Porquê de um Cinema em Casa
Um texto sobre a transição do consumo passivo de filmes para a total imersão sensorial. O declínio óbvio das salas comerciais, o impacto do streaming e os três cenários de adaptação de um espaço residencial. Partilho também o registo do meu percurso com a alta-fidelidade, desde o restauro das colunas antigas da minha mãe até à obsessão pelo planeamento e construção de uma sala de cinema dedicada de raiz.
Miguel Silverio
20 de jun.7 min de leitura


O Fim do “Nós”: A Relação Acaba e o Sentimento?
Quando uma relação termina, temos a tendência de acreditar que, com o tempo, o sentimento desvanece. Mas será mesmo esse o caso? Uma relação é entendida como uma conexão profunda entre duas entidades. Duas almas fundem-se numa só, deixando de existir identidades individuais para dar lugar a uma coletiva. O “eu” e o “tu” passam a ser o “nós”. Isto de um ponto de vista emocional, quase poético, diria. O fim e o início nada mais são do que marcos temporais arbitrariamente de
Miguel Silverio
18 de jun.11 min de leitura


“Não vivo sem ti!”: declaração de amor ou sinal de alerta?
Vivi dois anos numa relação que foi uma autêntica guerra entre o amor e o ódio. Gestos exorbitantes de afeto num dia; o pânico do abandono no outro. Isso obrigou-me a fazer a pergunta mais complexa de todas: o que é, afinal, o amor saudável?
Se já te sentiste numa montanha-russa emocional por alguém, este texto é para ti. Fui procurar à neurobiologia e à psicologia a resposta para saber onde termina o amor e onde começa a dependência emocional.
Clica e lê a reflexão completa
Miguel Silverio
10 de jun.14 min de leitura
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